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segunda-feira, 2 de março de 2015


Toda noite a história se repete: você está cansada e não vê a hora de ir para a cama, mas é só deitar que o sono vai embora. Vira-se para um lado e para o outro, acorda diversas vezes e, quando o despertador toca, sente que ainda precisava dormir (muito) mais. Você não é a única: segundo a Organização Mundial da Saúde, 40% da população dorme mal e apresenta algumas das 80 síndromes listadas pela Classificação Internacional dos Distúrbios do Sono. No Brasil, em pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira do Sono, 53,9% dos indivíduos queixam-se de insônia e aproximadamente 43% continuam cansados durante o dia. Com isso, a qualidade de vida é diretamente afetada.
De acordo com a Dra. Rosana Souza Cardoso Alves, coordenadora do Departamento Científico de Sono da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), as causas de noites mal dormidas são variadas, de fatores ambientais até genéticos.
A boa notícia é que uma alimentação saudável pode agir positivamente nesse quadro. “Se você tem dificuldades na regularidade e na frequência do seu sono, alimentos ricos em triptofano não podem faltar em suas refeições. Esse aminoácido regula os níveis de serotonina no cérebro, diminuindo a atividade do organismo e contribuindo com o relaxamento do corpo”, explica a nutricionista Carla Mariano, do Hospital Metropolitano Lapa, em São Paulo. “Também é importante consumir o que é rico em melatonina, um hormônio importante para estimular o repouso”, garante a especialista.
Quer dormir bem esta noite? Confira os alimentos que influenciam na qualidade do sono e já para a cama!
AVEIA
É um dos poucos cereais com melatonina. “Para potencializar seu efeito, é importante escurecer o quarto, uma vez que os níveis desse hormônio do corpo aumentam na ausência de luz, causando sono”, explica a especialista.
LEITE
Um copo de leite quente, servido antes de dormir, ajuda a ter uma noite tranquila. Esse recurso usado por mães e avós é comprovado cientificamente: a bebida é rica em triptofano, e por isso ajuda a relaxar e ter uma noite mais tranquila. O ideal é um copo 30 minutos antes de deitar.
MEL
Aumentar o açúcar no sangue pode reduzir a produção de orexina no cérebro. Orexina é um neurotransmissor que recentemente tem sido ligado à insônia. "Para potencializar o efeito do leite morno basta acrescentar uma colher de mel", explica Dr. Gláucia Berreta Ruggeri, médica do Centro de Saúde Ocupacional do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. De acordo com a especialista, o mel é um carboidrato simples e, por isso, facilita também a absorção do triptofano.
CHÁ DE CAMOMILA
A bebida não contém a cafeína encontrada nos chás tradicionais e tem um efeito calmante sobre o corpo. Além disso, um líquido quente antes de dormir pode aumentar o calor do corpo e deixá-lo sonolento.
CEREJA
A saborosa frutinha é outra fonte de melatonina. Pode ser consumida fresca como sobremesa ou em forma de suco junto com o jantar.
COUVE
Composta por magnésio, trabalha o relaxamento muscular e ajuda o corpo a deixar de lado as tensões do dia para descansar.
ALFACE
Também constituída de triptofano, a verdura pode ser consumida na última refeição do dia em saladas, na forma de chá ou até suco.
CHOCOLATE AMARGO
Além de delicioso, o doce contém serotonina, que relaxa a mente e o corpo. Mas apenas sua versão amarga tem esse efeito.
Abril Saúde

sexta-feira, 12 de abril de 2013


refeição ideal deve conter 35 gramas deste tipo de alimento

Imagem ilustrativa / Foto: Getty Images
O café da manhã pode ser considerado a principal refeição do dia, segundo especialistas. De acordo com um novo estudo, ele também pode ser a chave para o emagrecimento saudável. Para os pesquisadores da University of Missouri, um desjejum rico em proteínas pode ajudar a emagrecer, controlando o apetite e reduzindo as chances de consumir alimentos com alto teor de gordura e açúcar.

Ovos e queijo cottage devem ser consumidos no café da manhã

O estudo analisou a rotina alimentar de voluntários que consumiam 35 gramas de proteínas todas as manhãs, como ovos, queijo cottage e carne magra, em uma refeição que totalizava 350 calorias. Os participantes preencheram questionários nutricionais e foram submetidos a exames de sangue diários e um escaneamento cerebral antes do jantar.

Saiba o que é ciência por trás das dietas da moda
Os resultados sugerem que o consumo de café da manhã com alta concentração de proteína aumenta a sensação de saciedade e reduz a atividade cerebral que controla os desejos por comida, evitando o consumo de guloseimas calóricas no fim do dia.

Dieta das proteínas tem base na saciedade precoce

O nutricionista Pierre Dukan, autor da famosa dietas das proteínas e do livro “O método Dukan – Eu não Consigo Emagrecer”, já alertava para benefícios de uma dieta rica em proteínas no processo de emagrecimento. Segundo especialista, as proteínas são poderosos inibidores de apetite por que não são facilmente digeridas. O consumo de níveis elevados deste tipo de alimento evita a fome e a necessidade de beliscar.

gnt


A preocupação com a hidratação antes, durante e após a atividade física é fundamental para a preservação do nosso sistema imunológico. A defesa do organismo contra microrganismos que entram através do trato gastrintestinal e respiratório é realizada por anticorpos, principalmente pelas Imunoglobulinas tipo A (IgA), que estão presentes principalmente na saliva.
A secreção de saliva é regulada pelo sistema nervoso autônomo, sendo composta por uma mistura de secreções das glândulas parótidas, submandibular, sublingual e de outras pequenas glândulas que possuem inervação simpática e parassimpática. Essas estruturas formam o mais importante reservatório das fontes de IgA para proteção do trato respiratório superior.
Redução do fluxo salivar pode diminuir a quantidade de lgA, expondo o indivíduo a riscos de doenças do trato respiratório superior. No esporte isso poderia trazer consequências como sintomas de inflamação na garganta, congestão, coriza, febre, prejudicando o treinamento de atletas e praticantes de atividade física.
É fundamental garantir um bom nível de secreção salivar durante o exercício, para impedir reduções acentuadas nos níveis de IgA. Uma forma de assegurar isso é se manter hidratado. A ingestão de líquidos ao longo do exercício deixa a boca constantemente molhada, enviando sinais ao sistema nervoso para que a produção de saliva não pare, prevenindo a desidratação, preservando o fluxo salivar e consequentemente a concentração de IgA.
Devemos ingerir de dois a três litros de água diariamente, ao acordar e entre as refeições. Manter a hidratação durante a prática esportiva, ingestão de 200ml de água a cada 2 a 3km ou 15 minutos. Em atividade acima de uma hora ou de alta intensidade é necessária a reposição tambémde glicose, sódio e potássio, através da ingestão de bebidas esportivas.
A alimentação é outro elemento importante para o bom funcionamento do sistema imune e prática do exercício. Indivíduos mal nutridos apresentam redução na imunidade, sobretudo de IgA, prejudicando a capacidade dos atletas ou praticantes de atividades físicas de se protegerem contra agentes patogênicos, ficando mais suscetíveis às infecções.
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
Cristiane Perroni (Foto: Editoria de Arte / EUATLETA.COM)


Embora sejam pequenos, os rins são extremamente importantes para o funcionamento do corpo e para a saúde. De maneira geral, eles são responsáveis por eliminar as toxinas do sangue por um sistema de filtração, além de regular a produção de glóbulos vermelhos e a pressão sanguínea, como explicou o nefrologista Décio Mion no Bem Estar desta quinta-feira (14).
De acordo com o urologista Fabio Vicentini, as pessoas nascem com 100% da função dos rins, porém, depois dos 40 anos de idade, elas começam a perder cerca de 2% dessa função por ano. A alimentação é essencial para preservar a saúde dos rins - excesso de sal e proteína é o maior vilão do funcionamento renal. No caso do consumo exagerado de proteína, os rins podem se sobrecarregar e desenvolver uma inflamação que pode até entupir a passagem do sangue - isso pode fazer o paciente chegar aos 60 anos sem o funcionamento renal.
Em relação ao consumo de sal e açúcar, o nefrologista Décio Mion explicou que esses dois alimentos podem levar o paciente a desenvolver pressão alta e diabetes, doenças que se não tratadas corretamente, podem levar à falência total dos rins. Como lembrou o médico, o controle da pressão arterial também é uma das funções desses órgãos e, se eles não funcionam, a pressão pode aumentar e causar inchaço. Por isso, a dica é usar o mínimo de sal no preparo dos alimentos e nas refeições.
Sal valendo (Foto: Arte/G1)
Uma das principais dicas para manter os rins saudáveis por mais tempo é beber de 2 a 3 litros de água por dia.
Para saber se o corpo está hidratado ou não, é preciso observar a cor da urina - se ela estiver amarela escura, é um sinal de alerta de que é necessário aumentar a ingestão de água e que o paciente pode estar com algum problema nos rins; porém, se a cor for clara, significa que o paciente bebe água o suficiente e têm os rins saudáveis.
Fora a cor, é fundamental observar também se há sangue na urina já que isso pode indicar pedra nos rins, infecção ou até mesmo um tumor. Segundo o urologista, geralmente, quem bebe pouca água corre mais risco também de ter infecção urinária e se esse problema for recorrente, pode danificar os rins da mesma maneira. Além do sal e da próteína, antiinflamatórios, antibióticos e o cálculo renal também podem ser prejudiciais aos rins. E, caso eles não funcionem, as toxinas podem se acumular no sangue e causar uma condição séria, conhecida como uremia.
Nesse caso, o paciente começa a ter náuseas, fadiga, desorientação, falta de ar e também edema nos braços e pernas. Porém, de maneira geral, ter inchaço no corpo, dor na região lombar e sangue na urina são alguns dos sinais de alerta para o paciente procurar um médico para avaliar se tem algum problema renal.
Pedra nos rins
A repórter Daiana Garbin foi conhecer a história do motorista Reginaldo José Borba, que nunca se preocupou com a saúde dos rins e acabou sofrendo com o cálculo renal. Depois de uma vida com pouca água e muita gordura e sal, ele teve uma pedra que desceu para a bexiga e parou no canal, dilatando o rim e provocando cólica e uma dor muito forte. A solução foi fazer uma cirurgia no rim esquerdo para retirar a "pedrinha". 
De acordo com o urologista Fabio Vicentini, o risco de cálculo renal é maior em pessoas que sofrem com obesidade, que têm mais de 40 anos, são homens ou têm histórico familiar. Nesses casos, é importante se preocupar ainda mais com a prevenção da pedra nos rins - uma das dicas é reduzir o consumo de alimentos que aumentam as chances do problema, como café, chocolate, nozes, frutos do mar e carnes vermelhas, por exemplo.
G1

quinta-feira, 28 de março de 2013


 Shutterstock
















O que fazer quando chega a Páscoa, mas seu filho ainda é muito pequeno? Os pediatras recomendam evitar produtos industrializados, como o chocolate, antes do primeiro ano de vida do bebê.

“Ainda não sabemos como o corpo reage aos corantes e aditivos químicos que esses produtos possuem. Além disso, antes de 1 ano, o tubo digestivo da criança ainda é imaturo”, afirma Grant Carvalho, pediatra do Hospital Copa D’Or (RJ).

O chocolate pode provocar reação alérgica ou intolerância gástrica. Para não perder o significado da data, use enfeites temáticos e deixe seu filho participar de brincadeiras como procurar o coelhinho pela casa. Como presente, prefira brinquedos que remetam ao evento, como cenouras e coelhos de pelúcia ou que tenham sons. 
Cuidados na compra 
Mas se o seu filho é maior de 1 ano, é bom tomar alguns cuidados na hora de comprar os ovos de Páscoa. Provavelmente você já tem em mente aqueles chocolates que vêm recheados de brinquedos. Sim, eles são os preferidos da criançada. Mas é preciso atenção com as escolhas.

Em primeiro lugar, observe se os brinquedos são atóxicos e têm o selo do Inmetro. “Essa informação deve constar na embalagem do brinquedo e na do ovo de Páscoa”, diz Alessandra Françóia, coordenadora geral da ONG Criança Segura. A certificação do órgão é garantia de que o brinquedo passou nos testes de segurança e qualidade.

Como os brinquedos que acompanham esses ovos são, em geral, muito pequenos, é perigoso para crianças menores de 3 anos. Para evitar o chororô, você pode comprar uma lembrança à parte, de acordo com a idade, e entregar junto com o chocolate. A surpresa vai valer da mesma forma.

Ao entregar os ovos, retire as fitas e cordões que os embalam e não deixe de supervisionar com frequência a brincadeira das crianças, principalmente se forem de idades diferentes. “Peças menores podem ser colocadas em outros orifícios do corpo, como ouvido e nariz”, diz Alessandra.
 CRESCER 

sexta-feira, 15 de março de 2013


veja também a tabela com recomendação de calorias por faixa etária

Fotos: Getty Images
Normalmente, os bebês dobram o peso do nascimento quando atingem os quatro ou seis meses de vida e, ao completarem 1 ano, o peso triplica. Na fase de introdução de novos alimentos, todo cuidado é pouco para não oferecer besteiras ou comidas que não só não oferecem nada de
bom à criança, como muitas vezes atrapalham a absorção de nutrientes.

Por isso, a mãe e nutricionista 
Patricia Cruz Smith listou no 
livro "Aventuras Gastronômicas de uma 
mãe de primeira viagem", entre outras 
dicas, os 12 tipos de alimentos que 
você deve manter longe do seu 
bebê antes dele completar 1 ano. Você confere abaixo a lista e, em seguida,  
a tabela com a quantidade de ingestão de calorias adequadas para o bebê de 
acordo com a faixa etária:
  • 1
    Açúcar
    Ao menos até seu filho completar os 12 meses, evite o açúcar refinado. Ótimas alternativas para garantir um docinho na refeição podem vir das frutas, por conta da frutose. Frutas secas, como as passas sem caroço e as ameixas também são alternativas. "Se for difícil cozinhar com esses ingredientes, opte pelo açúcar mascavo. Por não ser refinado, ele preserva as vitaminas e minerais que são retirados no refino da cana", explica Patricia.
  • 2
    Cafeína
    A cafeína só está liberada para os pequenos após os 5 anos e, mesmo assim, em pequenas quantidades. Mas segundo Patricia, dá para oferecer um pouquinho a partir dos 2 anos. "Ninguém vai fazer um espresso e adicionar ao leite da criança, certo? Então, se for mais leite do que café, e um café fraquinho do tipo 'chafé', tudo bem", diz. 
  • 3
    Corantes e enlatados
    Corantes estão eliminados. "Sua única função é tornar qualquer coisa mais atrativa e causar alergias", explica a nutricionista. O problema com os enlatados para os bebês é que muitos deles contêm sal em excesso, aditivos e conservantes artificiais que podem irritar o estômago, comprometendo a digestão.
  • 4
    Carne de porco
    "Por ser rica em gordura saturada e também por conta do grande fator alergênico, a carne de porco não deve ser incluída na alimentação da criança nesse momento", alerta. Após o primeiro ano, cortes magros podem começar a ser introduzidos na dieta da criança.
  • 5
    Crustáceos
    Camarão, lagosta, siri, tatuí, pitu, lagostim e caranguejo são os primeiros da lista que inclui ainda as ostras, vieiras e ovas de peixe. Anote aí: devido ao alto potencial alergênico, esses alimentos são totalmente contra-indicados até os 3 anos.
  • 6
    Defumados e embutidos
    Até os 2 anos de idade, pelo menos, devem ficar longe das crianças. "É a festa dos excessos: sal, gordura e conservantes, como os nitratos", justifica Patricia.
  • 7
    Frutas oleaginosas
    Atenção, principalmente, se há histórico familiar de alergia na família: castanhas, amendoim, amêndoas, nozes, pistache e macadâmia não são recomendados até os 2 anos. "O amendoim, por exemplo, é um dos principais responsáveis por reações alérgicas. Outra razão para evitar as oleaginosas é o formato e a consistência: por serem duras, podem causar engasgos", alerta.
  • 8
    Margarina
    Para passar no pão a melhor opção é a manteiga e em pequena quantidade. "A margarina entra na lista dos que nunca deveriam ser oferecidos, pois não trazem nada de bom", explica a nutricionista.
  • 9
    Leite de vaca
    "Nada de leite de vaca até os 12 meses completos", afirma Patricia. Segundo ela, após o primeiro ano indica-se o leite de vaca integral. "A gordura vai ser muito útil para garantir a construção de um sistema nervoso saudável", garante a nutricionista.
  • 10
    Mel
    De acordo com Patricia, nessa faixa etária o sistema digestivo da criança é muito imaturo e o mel pode conter a bactéria botulínica, capaz de causar diarreia e outros problemas mais sérios. A indicação de consumo é a partir de 12 meses de idade.
  • 11
    Queijos não pasteurizados
    "Fale com o pediatra. Alguns profissionais liberam o consumo após 1 ano, outros indicam somente após 2 anos completos", diz Patricia.
  • 12
    Refrigerante
    A bebida artificial, como todos sabem, não é recomendada para oferecer ao bebê. "Quando incluído no cardápio das crianças,contribui para a osteoporose, pois fornece grande quantidade de fosfato, que impede a absorção de cálcio", explica a nutricionista.

calorias de crianças

Se você tem dúvidas sobre a quantidade de calorias recomendadas que o bebê pode ingerir diariamente, confira a tabela abaixo de acordo com cada faixa etária:

Idade (meses)Calorias/diasProteínas/dias
0 a 5108 cal/kg de peso da criança2,2g/kg de peso da criança
5 a 1298 cal/kg de peso da criança1,6g/kg de peso da criança
11 a 24102 cal/kg de peso da criança1,2g/kg de peso da criança
('Aventuras Gastronômicas de uma mãe de primeira viagem' / FAO/WHO/ONU, 2006)

domingo, 10 de março de 2013


Você sabia que a maioria dos problemas de visão poderia ser solucionada se fosse detectada precocemente? Descubra os sinais que devem indicar que seu filho precisa de ajuda para enxergar melhor e saiba como proteger os olhos dele desde o nascimento

Mônica Luz

PhotoAlto
Antes de nascer, o bebê ainda não sabe enxergar. Apesar de, anatomicamente falando, os olhos dele já estarem praticamente formados ao fim do segundo mês de gestação, ainda não têm suas funções desenvolvidas. Por isso, na primeira vez que a criança vê o mundo, ele não se revela perfeito à sua frente – e não é porque ela nasce com hipermetropia, uma dificuldade de enxergar de perto causada pelo tamanho pequeno dos olhos e que é corrigida durante o crescimento. A verdade é que o bebê ainda não identifica todas as cores e o máximo que vê são vultos. Ou seja, até então, seu filho apenas tem a capacidade de desenvolver a visão, o que, ao contrário do que se possa imaginar, é muito bom. Caso tenha algum problema, será muito mais fácil solucioná-lo, desde que o diagnóstico seja precoce. Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP), 50% dos recém-nascidos com alteração visual só têm a dificuldade identificada quando ela é irreversível. Problemas como erro refrativo (miopia, astigmatismo, entre outros) e estrabismo teriam um final mais feliz e menos traumático se a máxima de que “prevenir é melhor do que remediar” saísse da teoria para se tornar prática. Na reportagem a seguir, entenda tudo sobre os olhos do seu filho, desde o colírio da maternidade até a escolha da armação dos óculos. 

Cuidados com o recém-nascido Os olhos do seu filho recebem atenção ainda na maternidade. Já na sala de parto, acontece a aplicação do colírio de nitrato de prata, que previne conjuntivites neonatais (mas também pode causar a química, que é combatida naturalmente pelo organismo da criança). Ainda assim, atualmente, a principal causa da conjuntivite neonatal é a clamídia, notada apenas entre o quarto e o décimo dia de vida. Portanto, se os olhos do seu filho ficarem irritados após a saída da maternidade, é preciso levá-lo ao pediatra. 

Existem outros exames que seu bebê faz logo nas primeiras horas de vida. Em alguns estados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco, é obrigatória a realização do “Teste do Reflexo Vermelho” ou, como é mais conhecido, “Teste do Olhinho”. Ele detecta catarata e glaucoma congênitos, tumores, inflamações e hemorragias intraoculares. Para realizá-lo, o médico coloca uma luz nos olhos da criança e observa o reflexo gerado. Se for homogêneo e simétrico, está normal. Mas, se houver dificuldade para identificá-lo, o bebê deve ser encaminhado ao oftalmologista. Se na sua cidade o teste ainda não é obrigatório, é necessário que o próprio pediatra faça a análise. Vale lembrar que, em casos de prematuridade, é imprescindível o acompanhamento oftalmológico entre a quarta e a sexta semana de vida do bebê, já que uma das principais causas de cegueira infantil é o descolamento da retina, problema que atinge muitos prematuros. 

Ainda no primeiro mês, é normal ocorrer uma obstrução à drenagem da lágrima, o que vai fazer seu filho lacrimejar muito sem motivo em um ou ambos os olhos. O tratamento é simples: envolve massagem na via lacrimal e lubrificante. Se não der resultado, o médico insere uma pequena sonda de silicone. Mas não se assuste: o procedimento é de rotina e acontece no consultório mesmo. 

A primeira consulta no oftalmo Ainda que os resultados dos exames do seu filho estejam normais, o ideal é que ele volte ao oftalmologista antes do primeiro ano. Nessa consulta, o médico faz uma avaliação geral da visão da criança. Observa, por exemplo, se ela segue objetos e luz, detecta se tem estrabismo ou até miopia. Também dilata os olhos do bebê para identificar se há grau de óculos e ver o fundo de olho, o que pode revelar problemas como tumor e cicatriz na retina. Essa última, dependendo de onde se encontra, não traz prejuízos. Mas, se estiver na região central dos olhos, não há como recuperá-la. O que se pode fazer é estimular precocemente a visão, para que a própria criança desenvolva mecanismos de compensação. 

Olhar na escola Quando seu filho entrar no colégio, prepare-se para uma temporada de conjuntivites virais, já que ele vai conviver com muitas crianças em ambientes fechados. Não existe tratamento específico para essa doença. O normal é que, em poucos dias, ela vá embora espontaneamente. Enquanto isso, vale fazer compressas com água fria e utilizar colírios lubrificantes, para amenizar aquela sensação de “olho colado” da criança. 
Ainda na fase escolar, é comum o diagnóstico de estrabismo, que é genético e aparece mais frequentemente até os 4 anos de idade. Existem três tipos. O falso estrabismo acontece quando a criança tem os olhos paralelos, mas a sensação é de que não são. Nesse caso, o “problema” se resolve sozinho. O estrabismo de desvio intermitente é quando o olho “entorta” apenas de vez em quando. O tratamento é clínico e começa com um tampão (colocado no olho “normal”), a fim de incentivar o outro a se corrigir sozinho. Se isso não ocorrer, a criança deve passar por cirurgia. Já no estrabismo permanente, o único tratamento é a operação. 

Você deve voltar no oftalmo a cada dois anos e, especialmente, quando seu filho completar 6 ou 7 anos e começar a ser alfabetizado. Isso porque, nessa fase, há muitos casos de crianças consideradas hiperativas e que levam bronca na escola por mau comportamento, quando, na verdade, têm apenas dificuldade de enxergar! Os problemas mais comuns costumam ser a hipermetropia, que pode causar dor de cabeça, sensação de peso, ardor e lacrimejamento (principalmente durante a leitura de perto); o astigmatismo, quando os objetos parecem desfocados; e a miopia, que costuma dar sinal por volta dos 7 anos e obriga a criança a fazer esforço para ver de longe. Outro problema que pode acontecer é o chamado “olho preguiçoso” (ambiliopia), quando há diferença de capacidade visual entre os olhos. O tratamento é feito com o tampão, da mesma forma que no estrabismo. 

Seu filho precisa de óculos? Para responder a essa pergunta, repare se ele tem dificuldade para reconhecer pessoas de longe, cai toda hora ou fecha um pouco os olhos para conseguir ver. Esses podem ser indícios de que tem algum problema de visão. Outros comportamentos que podem valer uma ida ao oftalmologista são lacrimejar demais, entortar a cabeça para enxergar, bater nas portas e paredes e não conseguir perceber objetos pequenos. Aquela história de que se a criança se aproxima demais da televisão para assistir a um desenho é porque tem algum problema só é válida se ela apresentar outro sintoma entre os já citados, mas pode servir de alerta. 
Se notar algum problema e o oftalmologista confirmar a necessidade do uso dos óculos, não é o fim do mundo. Hoje já existem modelos especiais para crianças à disposição no mercado (veja mais na página a seguir). Até porque pacientes com estrabismo, que geralmente têm graus mais altos, podem iniciar a utilização dos óculos desde 4 ou 6 meses. Se o grau for baixo, provavelmente a criança só começará a usar óculos no período escolar, quando a demanda visual aumenta. 

Novo companheiro É definitivo: seu filho precisa de óculos. Mas, como convencê-lo a usar? Depende muito do nível de dificuldade dele. Quem tem grau elevado geralmente aceita o novo acessório facilmente, já que passa a “enxergar” só com ele no rosto. Quando o grau não é tão alto, a criança não percebe tanta diferença e, por vezes, não tem motivação para usá-lo. Independentemente do caso da sua família, um jeito de incentivar seu filho é começando pelos óculos de sol, que, dependendo do caso, também precisarão de grau! Eles são essenciais para todo mundo, desde que protejam contra os raios UVA e UVB. Sem essa proteção, melhor nem usar! Isso porque, em ambientes externos e sem óculos, a criança acaba fechando um pouco os olhos para reduzir a entrada de luz. Com as lentes escuras, isso não acontece. Outra dica é levá-lo para escolher os novos óculos. Os modelos de acetato e com armação que contorna toda a lente são os melhores para crianças. Além de mais maleáveis e resistentes, têm apoio no nariz que não incomoda tanto. Muitos contam com hastes que dão a volta ao redor da orelha, o que ajuda a posicionar no rosto. É melhor evitar lentes de contato, já que elas requerem cuidado no manuseio e na higienização, o que a maioria das crianças ainda não tem. Para ajudar você a escolher os óculos do seu filho, selecionamos as melhores opções na próxima página. Agorá é só descobrir o modelo que vai combinar direitinho com o menino dos seus olhos. 

Mais dicas para convencer seu filho a usar óculos 
=> Crie rotinas de utilização, como colocá-los logo ao acordar ou assim que entrar no carro para ir à escola e permanecer com eles por todo o dia. 

=> Evite dar bronca se a criança retirá-los. O ideal é fazer um reforço positivo, elogiando o uso e estimulando-a a colocá-los quando for iniciar atividades de que goste.

=> Mostre fotos de cantores e atores de quem a criança gosta usando óculos. 

=> Ensine a criança a guardar os óculos na caixa sempre que tirá-los do rosto. Também vale usar uma cordinha para deixá-los pendurados no pescoço.
CRESCER

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Ficar muito triste sem motivo e por muito tempo pode ser um sinal de alerta.
Ao contrário de uma simples tristeza, depressão só passa com tratamento.

Sentir-se triste às vezes por causa de um motivo específico é normal, mas quando essa tristeza aparece do nada e afeta a vontade de fazer atividades simples do dia a dia, pode ser um sinal de alerta.

A tristeza tem uma causa específica e não afeta a rotina do paciente, ao contrário da depressão, que persiste, aparece do nada e pode prejudicar muito a qualidade de vida, inclusive causar alterações no sono e peso, como explicou o psiquiatra Daniel Barros no Bem Estar desta quarta-feira (27).

Segundo o psiquiatra, ao contrário da tristeza que logo passa, a depressão só passa se for bem tratada - seja com medicamentos, psicoterapia ou outras técnicas. Caso o paciente não faça o tratamento, ele pode perder anos saudáveis de sua vida porque perde a vontade de trabalhar, socializar e ter uma rotina normal. Estima-se que a doença atinja entre 5% e 10% das pessoas no país, principalmente na Região Metropolitana de São Paulo.

Além de prejudicar o dia a dia e fazer a pessoa se isolar, a depressão pode causar também perda de apetite, dificuldade para realizar tarefas cotidianas, sentimentos de impotência e culpa e, em casos mais graves, até mesmo pensamentos e tentativas de suicídio.

Por isso, a pessoa que tem esses sintomas por mais de duas semanas contínuas devem procurar imediatamente um médico. Se diagnosticada a depressão, ela fará um tratamento com remédios e psicoterapia, além de outras técnicas auxiliares, como exercícios físicos, acupuntura e boa alimentação.

A dieta, inclusive, pode também provocar sintomas parecidos aos da depressão. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, a falta de nutrientes, como ferro, vitamina B 12 e vitamina D, e doenças como hipotiroidismo e anemia são alguns dos fatores que podem afetar o cérebro. Por outro lado, existem alimentos que fazem bem para o sistema nervoso, como as carnes vermelhas e os peixes.

Além da alimentação, existem também algumas dicas de hábitos que podem ajudar a combater a tristeza, como recomendaram os médicos. Por exemplo, registrar em um caderno as coisas pelas quais a pessoa é grata, anotar o que é positivo no dia a dia e investir em boas experiências são atitudes que, comprovadamente, trazem sensação de prazer e bem-estar.


Depressão pós-parto

A depressão pode aparecer também após a gravidez e causar desânimo, tristeza, prostração, falta de fome, falta de apetite sexual e principalmente excesso de preocupação com os recém-nascidos.

A repórter Marina Araújo foi conhecer a história da Simone, que teve a filha com 29 semanas de gestação. Após a bebê nascer, ela começou a ficar extremamente preocupada e com medo de deixar a criança sozinha. Além disso, perdeu a vontade de sair e cuidar de si mesma.

Esse comportamento feminino após o parto pode acontecer por causa da variação hormonal, do uso de álcool ou drogas, do abandono de remédios antidepressivos na gravidez ou até mesmo por que o bebê é muito esperado, como foi o caso da Simone

Segundo o psiquiatra Joel Rennó Jr., mulheres com depressão pós-parto se preocupam excessivamente com os filhos, ficam noites sem dormir e acabam prejudicando a própria vida e também do marido.
Porém, elas costumam se sentir envergonhadas de procurar um médico já que esse período deveria ser de alegria e não de tristeza profunda. Com isso, acabam criando uma angústia existencial e sofrem muito. Portanto, ao identificar qualquer um desses sinais após a gestação, é extremamente importante procurar um especialista para ajudar a tornar esse momento feliz e prazeroso para toda a família.

Bem Estar

domingo, 24 de fevereiro de 2013


Um brasileiro morre a cada dois minutos em decorrência de morte súbita, uma doença que paralisa o coração e depende da ajuda de outra pessoa para a vítima ser salva.
Uma massagem cardíaca nessa hora, com 100 compressões no peito por minuto, pode ajudar a socorrer uma pessoa até o serviço de emergência chegar.
Segundo os cardiologistas Roberto Kalil e Denise Hachul, falta de ar repentina, desmaio e "batedeira" cardíaca são sinais de alerta para problemas que podem levar à morte súbita.
Massagem cardíaca (Foto: Arte/G1)

Em 2004, o jogador Serginho, do time paulista São Caetano, morreu em campo após uma parada cardíaca. Depois desse episódio, foi aberta uma discussão sobre o uso de desfibriladores em locais de grandes eventos, e as regras mudaram.
Outros esportistas que já tinham problemas no coração também morreram durante a atividade física ou foram afastados após uma parada cardíaca.
Indivíduos com casos de morte súbita na família são os que mais correm risco, mas o problema também pode aparecer sem dar sinais e sem histórico. É importante que o médico avalie o coração do paciente com um estetoscópio, mesmo nas crianças. Um eletrocardiograma também é um exame de check-up importante.
De acordo com Kalil, morte súbita é diferente de infarto agudo do miocárdio. No primeiro caso, o coração  fica paralisado. Já no infarto, o coração funciona, mas o sangue não flui – apesar disso, o coração pode chegar a parar e a pessoa morrer repentinamente.
As arritmias cardíacas (alterações no ritmo dos batimentos) dos ventrículos (uma das câmaras do coração) são, segundo os médicos, a principal causa de morte súbita e muito comuns em pessoas que já sofreram um infarto. Remédios e um procedimento chamado ablação (um tipo de cauterização) são o principal tratamento para as arritmias. Marca-passos também podem ajudar muito.
Caso uma pessoa caia de repente perto de você, sem respirar, é importante chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo número 192, e iniciar a massagem cardíaca, que qualquer leigo pode aprender. Não é preciso fazer respiração boca a boca.
Nos sites das sociedades brasileiras deCardiologia e de Arritmias Cardíacas, é possível ver telefones de contato e informações sobre cursos de primeiros socorros.
G1



Correr na chuva depende da temperatura do dia. No verão, correr na chuva é muito agradável, resfria o corpo. Entretanto, no inverno, com baixa temperatura, o ar frio que entra nos pulmões e cobre o corpo suado pode deixar o corredor em risco, afetando seu sistema imunológico. É fundamental manter a imunidade equilibrada através da boa alimentação, prática moderada de atividade física e repouso.
corrida chuva eu atleta (Foto: Getty Images)Ingerir cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes é a dica de Cristiane (Foto: Getty Images)
Ingerir cinco porções diárias de frutas, verduras (hortaliças A) e legumes (hortaliças B) garante a ingestão de vitaminas e minerais, potentes antioxidantes que atuam estimulando o sistema imunológico e combatendo os radicais livres. Seguem abaixo alguns alimentos que ajudam a manter a imunidade em dia.

Vitamina C: aumenta a resistência do organismo presente nas frutas cítricas (laranja, acerola, tangerina, limão) morango, brócolis, pimentão, couve e melancia;

Probióticos: bactérias que melhoram o sistema de defesa do organismo através do equilibrio da flora intestinal, contidas no iogurte e leite fermentado, na forma de lactobacillus ou bifidobactérias;

Gorduras do bem: azeite, ômega 3 (linhaça e peixes como salmão e sardinha), nozes e castanha do pará, regulam as células imunológicas, previnem doenças cardiovasculares e ação anti-inflamatória;
Whey protein: proteína do soro do leite que modula a função imune. São rapidamente absorvidas dentro do corpo para fornecer quantidades de aminoácidos essenciais para os órgãos e tecidos, além da regeneração muscular. Indicado consumo de 20 a 30g (uma medida ou duas colheres de sopa) de Whey junto com carboidrato após atividade física intensa, para minimizar a supressão imune induzida pelo exercício físico e por acelerar a recuperação muscular;

Castanha do pará: rica em gordura mono e poliinsaturada. Reduz LDL colesterol (colesterol ruim), aumenta HDL colesterol (colesterol bom), promove saciedade, mantém a glicemia constante, evitando a hipoglicemia. Rica também em selênio, um potente antioxidante. Usar duas unidades antes da atividade física.

O treinamento intenso pode afetar o sistema imunológico. Durante o treino para uma maratona, nos “longões” é muito comum o aparecimento de resfriados, pela ultrapassagem dos limites. Precisamos ter atenção à alimentação e ao descanso.
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
Cristiane Perroni (Foto: Editoria de Arte / EUATLETA.COM)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


Durante o verão, eles ficam ainda mais expostos em sandálias e chinelos. Para manter a aparência impecável e ainda relaxar, aposte em cosméticos e rituais de luxo
OS PÉS NECESSITAM CUIDADOS ESPECIAIS PARA NÃO FICAREM RESSECADOS NO VERÃO (Foto: Carlos Cubi)
Unhas em ordem
Aparar o comprimento duas vezes por mês, fazendo um corte reto e levemente arredondado nos cantos, mantém a limpeza e evita o encravamento. Em vez de arrancar totalmente as cutículas – que são uma barreira contra fungos e bactérias do calor – prefira canetas hidratantes, que tratam o contorno das unhas. A manicure Marcelia Gomes, do Studio W, sugere o uso de esmaltes intensos na praia. “O contato como mar e protetores solares cria um aspecto amarelado em tons claros”. Já o top coat, passado a cada três dias, ajuda a segurar a cor e o brilho.
HIDRATANTES ESPECÍFICOS PARA ESSA ÁREA GARANTEM MACIEZ E BELEZA AOS PÉS (Foto: Divulgação)
Hidratação é preciso!
O uso de emolientes deve se intensificar no verão. Novos produtos, agora com toque seco, não deixam a pele pegajosa e são tão eficientes quanto versões mais pesadas. “Lactato de amônia, semente de uva, e ureia são bons ativos umectantes”, diz a dermatologista Karla Assed, do Rio de Janeiro. o creme deve ser espalhado ao menos uma vez por dia e, de preferência, após o banho, quando a absorção dos ingredientes é maior. Se houver muito ressecamento, a dica é envolver os pés em um filme plástico ou em uma meia, para potencializar a ação da fórmula. O calcanhar, grosso e áspero, pode piorar com o uso de lixas. Para retirar as células mortas, utilize um esfoliante leve. Bons aliados: 1. creme bergamota Tododia Natura, R$ 14,80. 2. gel revitalizante Avon, R$ 14. 3. loção lipkar podologics La Roche-Posay, R$ 50.
NO RIO OU EM SÃO PAULO, SPAS DE LUXO SÃO OPÇÕES COMPLETAS PARA CUIDAR DOS PÉS (Foto:  )
Tratamentos V.I.P.
Spas urbanos oferecem terapias para cuidar da região. O Isla, no Spa Fasano, de São Paulo e do Rio de Janeiro: os pés são envolvidos em um mix de argila branca e óleos com ação desintoxicante e emoliente. A massagem é feita com manobras de drenagem linfática e shiatsu. Custa R$ 340 e dura uma hora. Massagem Sapucaí, no Spa do Copacabana Palace, do Rio de Janeiro: é uma reflexologia especial, que trabalha pontos de energia na planta dos pés. O preço é R$ 145 para meia hora. Tratamento relaxante de rosas, no The Spa at Renaissance, de São Paulo: após um escalda-pés com pétalas de rosas, é realizada uma massagem com creme de flores. Os movimentos começam nos pés e se estendem pelo corpo. A sessão de 60 minutos sai por R$ 180.
CUIDAR DOS PÉS EM CASA É MAIS FÁCIL DO QUE SE IMAGINA (Foto: Mariana Suzuki)
Bônus
Para combater o cansaço e o inchaço, uma alternativa é realizar um escalda-pés relaxante. Ainda que esteja calor, a água morna é a melhor aliada contra o desconforto. “Misture sais de banho, ervas e óleos essenciais em uma bacia e deixe-os submersos por 15 minutos”, afirma a médica Karla Assed. “Acrescente pedras, pequenos cristais ou até bolinhas de gude no fundo do recipiente, que proporcionam uma boa massagem na sola”, diz. A dermatologista Adriana Vilarinho, de São Paulo, dá uma alternativa: “dilua meio copo de vinagre com gotas de óleo de lavanda, que relaxa. O vinagre é um ótimo antisséptico e melhora o aspecto grosso da planta dos pés”, afirma.
 por Gabriella Cartaxo
/revistamarieclaire.

Empresa Santa Lúcia adere ao Movimento “Abril Amarelo” em Itaperuna.

Para marcar o dia do movimento do ‘Abril Amarelo’ realizado nesta quinta-feira (27) pelo Departamento de Trânsito de Itaperuna (DEMUT), a...

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